:: MiL oLhArEs ::

desabafO. opiniãO. palavrA vÃ. idéiA. errO. acertO

8/6/08

:: He SaYs WhAt I fEeL… ::

 

Love is a Fire,

Burns down all that it Sees…

Burns down Everything,

Everything you Think.

Will burn everything you Say.

 

Is this all we Get

For our Lives?

Is love only sweeter

When one of US dies?

 

Then I knew

that

OUR

love

WAS…

Just a Car Crash Away!

criado por girli_e    21:34 — Arquivado em: Sem categoria

:: QuEm… qUeM??? ::

 

QUEM É QUE AINDA ACHA QUE MEIAS BRANCAS E SAPATOS SOCIAIS PRETOS COMBINAM?

MEUS DEUS, QUEM???

 

- só M.J há muito tempo atrás e olha lá! -

criado por girli_e    21:11 — Arquivado em: Sem categoria

:: ImAgEnS dO aLéM ::

 

Terror asiático continua assustando. Ou somos nós tão vulneráveis? 

 

Grotesco. Por mais contraditório que seja este tema, existe mundo afora uma gigantesca legião de fãs do terror, do macabro, do sobre-natural e do fantástico, sedentos por produções – sejam elas literárias ou cinematográficas – que variam desde a melhor trama e efeitos de todos os tempos (mesmo que estes efeitos sejam “puramente” psicológicos) até o mais absurdo do trash (um bom exemplo seria citar “Planeta Terror”, de Robert Rodriguez, que assume, com orgulho, ser trash).

Dentre todas as produções mais populares nos últimos anos, o cinema de terror asiático está entre os mais cotados, fascinando o mundo desde 2002. E não somente por causa do público fiel. Hollywood também é um dos responsáveis por esse boom – já que desde então realiza remakes de filmes do tipo. Entre os mais conhecidos está “O Chamado (The Ring/2002)”, de Gore Verbinski, com Naomi Watts, sucesso de bilheteria.

Peter Tsi, diretor do festival internacional de Filmes de Hong Kong, afirmou algum tempo atrás que o sucesso do cinema asiático se dá devido à falta de criatividade e idéias revolucionárias da indústria americana – e, realmente, dos últimos lançamentos de películas assustadoras, a maior porcentagem de sucesso vem do oriente, resultados de refilmagens ou não.

Um exemplo em prol desta afirmação é o lançamento de “Imagens do Além (Shutter)/2008”, de Masayuki Ochiai, que aconteceu nos EUA em março e que estréia no Brasil a partir do dia 11 de abril. “Imagens do Além” é uma refilmagem do assustador e mais bem-sucedido filme asiático de terror de 2004, o tailandês “Espíritos – A Morte está ao seu Lado (Shutter)”. “Espíritos” faturou mais de 6 milhões e atraiu mais de 800 mil pessoas aos cinemas brasileiros. E, exatamente por isso, “Imagens do Além” gera uma grande expectativa ao seu redor.

De fato, o remake de “Espíritos” não deixa a desejar. A produção é realmente boa, o enredo com cenas aterrorizantes, assim como no original, se mantém e um elenco genuinamente mundial (Joshua Jackson, canadense; Rachael Taylor, australiana; John Hensley, americano; James Kyson Lee, coreano; Maya Hazen, japonesa) faz a diferença.

Na tela, Joshua Jackson e Rachael Taylor atuam como os recém-casados Ben e Jane que vão se mudar dos EUA, mais precisamente Brooklyn (N.Y), para o Japão, onde reside um dos clientes mais importantes de Ben, um fotógrafo em ascensão que domina o idioma oriental. O casal decide, porém, adiantar a viagem a fim de desfrutar alguns dias de sua lua-de-mel no novo país.

Os problemas do casal começam durante um acidente de carro que sofrem, já em território japonês, onde pensam ter atropelado uma garota que estava no meio da estrada. Dias mais tarde, ainda com flashs do acidente e da garota em sua memória, Jane decide se ocupar com as fotos da lua-de-mel. E é exatamente a partir deste momento em que a trama se desenvolve. Manchas brancas em todas as fotos em que estão juntos chamam a atenção de Seiko, assistente de Ben, que diz ter certeza que as manchas são influências de energias de pessoas que já morreram e que os acompanham e sugere um encontro entre Jane e um ex-namorado seu, editor de uma revista especializada em fotos de fenômenos espirituais, para mais detalhes e informações sobre o evento.

O desenrolar da história é capaz de tirar o fôlego do espectador, com surpresas mórbidas tanto do mundo real quanto do mundo dos espíritos, e mesmo quem já sabe o final por ter assistido o original tailandês, é acometido por sustos e por uma sensação de desconforto contínuo a partir das explicações dos acontecimentos que envolvem Ben e Jane até o final do filme.

E é exatamente aí que está escondida a fórmula para tanto sucesso de seu primeiro – e muito provavelmente de sua refilmagem: a “moral” da trama influencia os crentes e deixa uma suspeita e medo no ar para aqueles que não acreditam em “vida após a morte”. Desta forma, o impacto depende muito de como, no mundo de hoje, enxergamos os fatos paranormais.

Vale a pena assistir. Vale a pena questionar. A única sugestão é encarar os 85 minutos (sim, a duração é extremamente respeitosa) de filme como simplesmente uma mera produção sobre vingança que serve para causar medo. Ou os pensamentos de comparação com a realidade vão assombrar qualquer um debaixo dos lençóis à noite. Garantidamente.

 

criado por girli_e    21:04 — Arquivado em: Sem categoria
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