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29/9/08

:: NoiTe Do ÁLcOoL EtíLiCo - parte I ::

 

Creio que todo mundo saiba que os três mosqueteiros, na verdade, eram quatro: D’Artagnan, Athos, Porthos e Aramis.

Digo isso porque eu faço parte desse grupo - mas com o meu grupo, claro. Não conheço D’Artagnan, Athos, Porthos e nem Aramis pessoalmente. Mas conheço Mah, Li e Má. E eu. Nós somos os Quatro Mosqueteiros, ou "Os Inseparáveis", como D’Artagnan, Athos, Porthos e Aramis se auto-denominavam e como a gente se auto-denomina.

Nos conhecemos há 15 anos. E dentre tormentas, tempestades, primaveras e verões, somos SIM, inseparáveis. E mesmo agora, adultos (mesmo que não sejamos adultos 100% do tempo, rs…), com cada um vivendo uma vida e encarnando um personagem diferente dentro dela, nosso amor, nossa amizade, nossa fidelidade, continua. Não mais a mesma. Mas mais forte. Mais madura. Mais consciente.

E após um longo, longo, longo tempo sem nos encontrarmos (os quatro de uma vez para ficarem juntos, curtindo e divertindo uns aos outros), a "noite do álcool etílico" foi programada. Devo dizer, DELICIOSAMENTE programada!

Conversas via torpedos e emails hilários durante dias serão, como sempre, inesquecíveis. "Só" muitas coisas a mais para guardarmos naquela caixa que temos em comum: nossa história. Uma vez, há anos, um de nós disse: nossa história daria um livro. Hoje, eu digo: "nossa história VAI dar uma coleção de livros, BEST SELLERS, pois não há grupo tão igual com assuntos tão divergentes e variados, rs… Do eroticismo à aventuras, rs….

"Brincadeira"

Como sempre, a memória de um de nossos últimos encontros veio à tona muitas vezes. ANGEL’S. Fotos, muitas fotos. De tudo, de cada detalhe, de cada ação, de cada sarro. Bebida. Muita bebida. Amigos. Os Quatro Mosqueteiros. Caipirinha de maracujá foi o ápice. Mas não teria sido um ápice tão hilário se não fosse (pra variar) o salmão grelhado do Mah (que sempre, suuuper fino, foi servido de forma tão elegante, em inox reluzente). Salmão esse que provocou jarras e jarras de vômito nos quatro cantos do lugar. E nos banheiros também.

O que me alivia é saber que não havia somente uma pessoa neste estado. Além da frase da Li, junto com a imitação: "Ela é uma lady até para vomitar, olha só….". Risos. Daí, de tanto pensar, cheguei ao questionamento: foi a quantidade de bebida misturada, a caipirinha de maracujá, o salmão grelhado fifi do Mah ou a "tiazinha" de calça "saintropeito" achando que estava "abafando" na pista de dança, que provocou aquela quantidade interminável de jarras vomitais…? I wonder… Risos…

Também não podemos nos esquecer do encontro no GUARUJÁ. Também rendeu umas das mais hilárias histórias…. Aquele encontro foi, diria, bizarríssimo… Foi naquele momento que optamos por fazer a brincadeira da moeda estar sempre presente. Foram tantas garrafas de Smirnoff Ice que até perdemos as contas. Sem falar das outras garrafas que nem me lembro mais. Sem falar da Sama, que assistia passivamente (para o bem dela, coitada, rs) à tudo.

Tudo aconteceu naquele encontro… Tentativas de fugas, perda de roupas, ataque à banheiro, massagens que criaram crostas de Victoria’s Secret, sonecas imprevisíveis, biquínis de toalha de chuveiro, relaxamento pós-banho, trilhas-sonoras, flagras inesperados, divisão de espaços em beliches, risos e gargalhadas… TU-DO! E para "variar", foi tudo muito especial… E memorável. Somos muito especiais e nosso amor é quase que inexplicável…

E daí… O grande dia chegou. O encontro que aconteceu neste último dia 26, sexta-feira. E que, para "variar"… foi igualmente (senão mais…) inesquecível. Foram tantas risadas (houve um momento em que não aguentávamos mais…). Mas o Oscar de melhor gargalhada, vai, sem dúvidas, para a Li. E temos videozinhos para comprovar, rs…

criado por girli_e    22:37 — Arquivado em: Sem categoria

1 Comentário »

  1. I have a smile
    stretched from ear to ear
    to see you walking down the road

    We meet at the lights
    I stare for a while
    the world around us disappears

    it`s Just you and me
    on my island of hope
    a breath between us could be miles
    Let me surround you
    my sea to your shore
    let me be the calm you seek

    Oh but every time I’m close to you
    there’s too much I can’t say
    and you just walk away

    And I forgot
    to tell you
    I love you
    and the night’s
    too long
    and cold here
    without you
    I grieve in my condition
    for I cannot find the words to say I need you so

    Comentário por Mah — 20 20UTC outubro 20UTC 2008 @ 8:43

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