:: MiL oLhArEs ::

desabafO. opiniãO. palavrA vÃ. idéiA. errO. acertO

24/11/08

:: FrUsTrAçÕeS & aLeGriAs ::

 

Bom, tenho vivido uma série de frustrações e alegrias nas últimas semanas. Sentimentos contraditórios mas que, por mais absurdo que possa parecer, são bons e me fazem bem.

Frustração: - por exemplo… Fui com toda a sagacidade que eu consigo criar em mim mesma até a Livraria Cultura, no Conjunto Nacional da avenida Paulista, para finalmente conseguir comprar um objeto do meu desejo há anos: o álbum "CHINESE DEMOCRACY", do Guns’n'Roses. Porque eu me iludi sabendo que este álbum está na geladeira há milênios e nunca sai??? Ora, porque eu acreditei na notinha de pé de página da Rolling Stone deste mês (que aliás, está maravilhosa!!!), mais precisamente página 17, que dizia: "o disco impossível do Guns será mesmo lançado em 23 de novembro. Sim, deste ano.". Pois então… cheguei ao paraíso (meu apelido à Livraria Cultura, rs) e recebi o balde de água com gelos: "Hm, não, o lançamento foi adiado (!!!) para o dia 05 de dezembro…". Quase sentei ali mesmo, aos pés da mocinha que me informou sobre a tal tragédia, e comecei a chorar e soluçar feito uma criança da qual o pirulito de morango que deixa a língua colorida, fora roubado.

Alegria: - por exemplo… Fui ao aniversário da Li, no buffet. No dia, acordei com um mau-humor gigantesco, morrendo de sono. Fui trabalhar e saí mais cedo (alegria). Daí fui ao shopping com a turma da Mônica - Mah, Rubens e Gabi - para comprarmos os presentes das crianças. Nos divertimos muito conversando, falando besteiras, reparando na maquiagem esdrúxula com sobra azul bizarríssima da atendente da C&A, falando de sexo, bebidas e música pop (rs), ansiando para o show que nos aguarda em dezembro, rindo com as brigas de tapinha entre Mah e Rubens e com o Mah conferindo o silicone natural da Gabi e me escraxando todas as vezes que tinha oportunidade, tomando sorvete, cantando alto Madonna, Mariah, Spice Girls e afins e planejando o resto do dia…

Frustração: - por exemplo… Cheguei em casa no horário certinho, toda organizada e feliz e me dirigi à manicure que não é a minha habitual, felizmente. A lerda se atrasa 40 minutos para me atender, "manicura" minhas unhas da mesma forma que ela deve se limpar quando vai ao banheiro e ainda tem a ousadia de me afirmar: "oh, que lindas as suas unhas - desta vez ficaram 100% ótimas, da próxima vão ficar 150%!". E eu pensando: "que próxima vez, FIA??!! Tá fazendo a maluca, é???? - parafraseando o Rubens". Saio do salão enfurecida, e, caminhando até minha casa - que não fica a mais de 5 minutos a pé de onde eu estava - meu chinelo esquerdo arrebenta em plena avenida!!! Eu, contando "esforçosamente" com a minha parte lady, retiro os dois chinelos, com cara de quem nem se abalou, e continuo a caminhar DES-CAL-ÇA por aquele asfalto imundo, cheio de chiclete vencido, escarradas e cuspes, até chegar em casa e enfiar minha linda face num travesseiro e gritar até me aliviar (loucura? pode até ser, mas nem fiz nada disso, falei só para ilustrar, principalmente porque eu estava tão atrasada que não tinha tempo de me aliviar desta maneira, rs. Coloquei um CD pra tocar enquanto tomava banho e me arrumava e tentei relaxar…).

Alegria: - por exemplo… Durante o aniversário da Li comemos vários salgadinhos gostosos, rimos muito com o Rubens (apesar de todo o meu mau-humor, mais tarde explicado como a velha TPM que me domina, rs) enquanto ele tirava sarro da Tati por causa da tia Linda ("Noooossa, o que aconteceu com você??? Tá tão bonita…."), enquanto ele dançava, sambava e descia na boquinha da garrafa na porta, além da encenação do mono-peito, que foi hilária. Tiramos várias fotinhos com os chapéus-fantasia, sem falar na piscina de bolinhas que entramos - teve montinho, bolas e bolas, guerrinha, bola no olho, sangue nos dedos, bolas pra fora, afogamento e calças rasgadas, rs.

:: ursinha pop, ursinha 4-non-blondes, ursinho-girafinho-galinho ::

Frustração: - por exemplo… Dormi sozinha em casa, cheia de assombrações na mente e, com medo dos próprios sonhos, passei meu tempo lavando roupa e o banheiro, para cansar de verdade e dormir em 0,05 segundo ao deitar na cama, às 5h da manhã… Após tentativas frustradas (mas compreendidas por mim), tive companhia para aguentar minha neurose.

Alegria: - por exemplo… Assistir [REC], Feliz Natal, 007, Laranja Mecânica, Eraserhead e aumentar a lista de filmes assitidos. Isso é sempre sempre uma alegria. Ainda mais quando sei que há um lugar na Rua Augusta agora, que vende filmes raros - independentes, antigos e estrangeiros. Deixa entrar o pagamento extra do mês que vem que eu vou descontrolar!!!

Frustração: - por exemplo… Não poder me dividir em 7 para poder fazer tudo o que eu quero, preciso e anseio, por não dar tempo de fazer tudo… Tenho 7 livros na fila de espera para serem lidos, 2 revistas e meia para terminar, uma edição de palavras cruzadas para fazer, 4 filmes para assistir, 5 livros técnicos para tentar ler e consultar e me familiarizar, textos e idéias pendentes para postar no blog, aulas para preparar, cabines para fazer, consultas e pesquisas na internet para realizar e me sentir mais informada e uma proposta de trabalho paralelo para receber… Eu quero tudo isso!!!!

Alegria: - por exemplo… Comer em lugares que me agradam, na companhia de pessoas que amo, me deixa muito feliz. Principalmente porque amo comer coisas diferentes e conhecer lugares. Fui à Pizza Hut dois finais de semana seguidos, com meus fofuchos ursolinos e além de estourar de tanto comer, ri muito muito muito. Não posso deixar de mencionar a pizza nova com aquela borda de pãezinhos recheados de queijo e nem o combinado dos amigos, que fez com que comêssemos mais do que deveríamos - fora a sobremesa perfeita. Detalhe: tem que ser na Pizza Hut de Pinheiros e não naquela do bairro do Limão! Fui também ao BARDO Batata (não é Bar-do-Batata, é BARDO mesmo, de tradição bárdica, cujos poderes são a magia das palavras, dos sons e da música - conceito que se estendeu a todo artista ou disseminador da cultura, desde os trovadores e menestréis da Idade Média aos cancioneiros e cordelistas do Nordeste brasileiro ) que eu AMO loucamente - as batatas suíças com nomes de artistas diversos (da literatura, música, da arte em geral) sempre me deixam confusa na hora de optar, já que todas são magníficas! Fui também ao Outback (australiano), ao America, ao Apple Bees… Sim, sou uma pessoa magrinha com cabeça de gordinha quando o assunto é esse. Me sinto em 2001 novamente, rs.

Alegria: - por exemplo… Vou me mudar.

Frustração: - por exemplo… O motivo desta mudança.

Alegria: - por exemplo… Fazer um trabalho externo e passar a tarde brincando com crianças entre 5 e 7 anos - e ser chamada de "tia", ouvir que pareço uma "princesa", ter "jogado na minha cara" que eu sou a tia "mais legal do mundo", receber milhares de beijos babados, ter quinhentas mãos pegando nas minhas duas únicas mãos, receber carinho e ter menininhas lindas querendo mexer no meu cabelo a todo instante… Sem falar no êxtase provocado nas crianças quando eles viram que tenho várias tatuagens e alguns piercings, rs… Virei a sensação do ano!!!

Frustração: - por exemplo… Ver tantas crianças perfeitas, lindas, fofinhas, cheirosas e inteligentes e não poder colocar nenhuma na minha bolsa e sair correndo! HUMPF!

Alegria: - por exemplo… Ouvir, apesar do "não sei", que nada do que me foi dito naquela quinta-feira, é mais verdade, ou que nada é mais válido. Yay!

Frustração: - por exemplo… Não saber o que exatamente significa esse veto ao discurso anterior, rs.

criado por girli_e    11:50 — Arquivado em: Sem categoria

15/11/08

:: [ReC] ::

 

A repórter Ângela Vidal (Manuela Velasco) em cena de [REC].
Foto:cinemaisdope.com

 

Os americanos chamam de “shaky camerawork” a técnica usada para que um filme transmita a sensação de realidade, de documentário, noticiário ou improviso, causando propositadamente desconforto e ansiedade. A câmera usada é a famosa 8mm. Assim é [REC], de Jaume Balagueró e Paco Plaza (Espanha, 85 min., 2007), que estréia no Brasil nesta sexta (14/11). Pensar em Bruxa de Blair (1999) e em Cloverfield – o Monstro (2008) como referência para este tipo de técnica para filme de terror não é mera coincidência. Mesmo que os filmes não agradem uma grande parcela da população (apesar do sucesso estrondoso que fizeram), há de se concordar que o trabalho de câmera faz toda a diferença – realmente incomoda e nos transporta para um mundo quase real.

Nesta mistura de Bruxa de Blair e Cloverfield, com uma adição maior de claustrofobia, confusão e desespero, [REC] apresenta ao público uma repórter chamada Ângela Vidal e seu cameraman, Pablo, que estão em uma missão jornalística aparentemente simples: acompanhar o turno da noite do corpo de bombeiros em uma das estações de Barcelona e produzir um documentário para um programa de TV.

Enclausurados

Exatamente na mesma noite, o corpo de bombeiros recebe uma chamada, a princípio rotineira, para atender uma senhora que havia se machucado no interior de um prédio. Assim que chegam ao local com a equipe para acompanhar o processo de resgate, coisas estranhas começam a acontecer impossibilitando que qualquer pessoa saia da construção.

Com a câmera sempre ligada, filmando cada segundo dos acontecimentos extraordinários e assustadores, Ângela (Manuela Velasco) e Pablo (Pablo Rosso) enfrentam sustos, medos, ataques e mortes com a determinação de manter documentado todos os acontecimentos – mesmo que isto custe suas vidas.

Supreendidos

Manuela Velasco e Pablo Rosso não surpreendem na atuação, mas colaboram para que cenas impactantes sejam realmente inesquecíveis. O roteiro, apesar de não muito original, é bastante fiel à proposta de um filme de terror clássico: arrancar pulos da cadeira, levar mãos ao rosto e provocar tensão abdominal. Mas com um diferencial: algumas ações foram planejadas por Jaume Balagueró e Paco Plaza sem que o elenco soubesse, para que a reação deles fosse captada da forma mais assustadoramente natural possível.

Entre as maiores bilheterias de 2008 no México e na Espanha, [REC] tanto agradou a crítica internacional, que já terá um remake produzido nas terras do tio Sam com estréia prevista para 2009. Mas a dica é conservar as raízes hispânicas e apreciar a primeira versão. Mas não vá sozinho. Leve uma mão para apertar.

 

- por Eli Maciel/BR PRESS

criado por girli_e    17:05 — Arquivado em: Sem categoria

12/11/08

:: OdE tO hELiO ::

 

I lost everything I loved in a flash of a second
My beloved ones abandoned me – why I don’t know.

First my wharf – he walked away and slayed my heart
Then my dad, my hero, my life
Unexpectedly left this world, my world, all I had
All I had inside

Then silentium amoris no longer existed
and my soul faded away
I couldn’t bear any longer
that fucking stinging pain

How could I have been so dumb,
How could I allow my heart be stung?

To get worse and worse
Another part of me was extinguished
All against my will again
And all I could feel was that I would never have anything else to gain

I found myself in a deep and putrid place
Hating the world, dying in a fast pace
Bleeding wrists
Distasteful fists

Why was hell lying upon me?

Then when the light decided to give itself a try
And fight against my soul
To enter through that
Disgraceful hole

Just when my burden was about
To become a little lighter
And changes started getting
A bit closer and a bit brighter

I opened my book of confession
And Helio I found again
Together with his words
I almost found pain again

But my soul prohibited that feeling
And all it wanted to gift me with
Was a huge and unadulterated
Soft and calm feeling of peace

And grace, and love, and twist
There he was, found and unfound
In his always mysterious way
Emerging from that poetry that always made my day.

ps. do not walk away once again. promise is a promise.

criado por girli_e    20:35 — Arquivado em: Sem categoria

8/11/08

:: Eu AmO, eU oDeiO ::

 

EU AMOOOOO…..    

BIS de chocolate branco (como uma caixa sozinha, num instante!);     massagem para relaxar;     cinema, literatura, revistinhas do Maurício de Souza, teatro, poesia…;     morder;     torpedos via celular;     acordar tarde;     escrever;     rir e estar com meus amigos que são os mais lindos do mundo TO-DO!;     tatuagens, piercings, body art em geral;     o jogo do copo com a moeda, rs;     ser menina e menino;     ser elogiada (por quaisquer motivos, rs);     mímica;     papear no MSN - mas só com pessoas que têm o que falar!!!;     motéis e drives, rs;     música, shows, musicais;     pipoca com bastante manteiga no cinema;     andar de carro cantando músicas que sei a letra de cor;     dançar;     revistas, muitas revistas - velhas, novas, nacionais, importadas;     a língua do "M";     a avenida Paulista;     Jacques Janine;     Outback, TGI Fridays, Ritz;     tudo o que é diferente, alternativo e raro, bizarro até;     esmalte escuro;     anel no dedo do pé;     "pegadas fortes";     a Mostra Internacional de Cinema;     sebos e brechós;     crianças;     barulho de chuva;     me apaixonar.

 

 

EU ODEIOOO…..

falar ao telefone por mais de 2 minutos;     filas;     dor fria;     indecisão;     jaca, leite, nata, frutas cristalizadas e fundo de gelatina;     falsas promessas;     tênis amarrados na canela;     dente sujo;     lerdeza;     programa de auditório;     palavrão vomitado em exagero;     gíria em excesso;     bafo de cerveja;     audioslave;     dependência materna após os 25;     falta de bom-senso, senso-comum e educação;     CÓCEGAS (odeio cócegas mais do que todo o resto que escrevi aqui!!!!).

 

criado por girli_e    11:27 — Arquivado em: Sem categoria

4/11/08

:: DoR e MoRtE nA RoDoViA Do AmOr ::

" À noite sonhei contigo,
E não tava dormindo!
Justo ao contrário,
Estava bem desperto…"

Ela estava decidida: "vou mentir! E ponto final!" - achando que aquela seria a única real mentira de toda a sua vida… Se iludindo ao vangloriar-se nunca ter jamais mentido.

Tola!

"It used to be so easy to pull me strings
but now I need to move on
Throw away your predation dreams
and keep the leftovers"

A mentira está - mesmo que infelizmente - impregnada nas raízes do ser humano, e está sempre acompanhada de sujeira, vermes, degradação e ausência de respeito.

Fazer o quê?

É assim.

"Sonhei que não fazia
O menor esforço,
Para que te entregasses.
Em ti, já estava imerso…"

A escolha de mentir vem com o pacote. Não o quer? Não o faça… "Ah… se fosse real assim. Ou simples assim…".

E ela devaneiava por dentre os malabarismos de cores, pensamentos, idéias, memórias, cheiros, vontades, raivas e amores que inundavam sua mente. E dizia para si mesma: "vou sim! Vou mentir! Preciso desta mentira para me libertar, para saber que próximo passo escolherei dar… Se para cima, para voltar a viver, se para baixo, para daí sim chegar ao fundo do poço, se para direita, para fugir, se para a esquerda para permanecer onde estou…".

E foi.

"It’s all over now
I said it’s all over now
I just don’t know how
to get back to you"

Tomou banho, massageou seu próprio corpo com creme hidratante barato, maquiou sua face, vestiu-se de forma sensual, sedutora… Botas de verniz pretas, com canos altos e salto Luís XV sobre seu par de calças jeans cigarrete justas, camisa social branca com base curta, para ficar acima do cós das calças e deixar à mostra um centímetro de pele de sua pélvis, mangas longas e largas e botões abertos até os seios ficarem um pouco expostos.

"Que lindo que é sonhar
Sonhar não custa nada
Sonhar e nada mais
De olhos bem abertos
Que lindo que é sonhar
E não te custa nada mais que tempo…"

Gargantilha delicada e brincos pontos-de-luz. Unhas Gabriella. Deslumbrante.

"Que lindo que é sonhar
Sonhar não custa nada
Sonhar e nada mais
De olhos bem abertos
Que lindo que é sonhar
E não te custa nada mais que tempo…"

Tirou seu carro da garagem e seguiu a rodovia debaixo daquela garoa fina e gelada.

Ouvia Mozart em seu MP3 player.

Ficava passando e repassando a situação que viria a seguir em sua mente, e isso a deixava inquieta, sôfrega. Tentava relaxar com o exercício de respiração aprendido com sua terapeuta de anos atrás…

"Sofrer com tanta angústia
Por coisas tão pequenas
Gastar essa energia
Assim não vale à pena"

A terapia? Parou. Se achava boa demais para ouvir pareceres estúpidos de uma mulher que nem bom gosto para se vestir tinha, além de usar brincos dourados de argola dentro dos buracos de suas orelhas.

Não! Não o buraco feito pelo farmacêutico nos lóbulos, como costumeiro em bebês recém-nascidos. Era dentro das cavidades que recebem as vibrações sonoras que chegam aos nossos tímpanos… Que crédito uma mulher destas poderia sequer ter?!

"For the unforgettable to reset,
you know that you better
"The Unforgettable" forget
Even leftovers"

A vinte minutos de chegar ao seu destino, com aquela volúpia de ansiedades e provisões, ela começa a sentir uma ardência desconfortável do lado esquerdo do seu corpo, e instantaneamente, afirma para si mesma: "vou morrer. Preciso chegar logo…".

Chega.

"Quem dera me livrar
Pra sempre de mim mesmo!
E só me reencontrar
Lá no teu doce abismo…"

Olha ao seu redor e vê, no estacionamento gigantesco, o carro de &¨$*£ parado. Sai de seu carro, caminha até onde &¨$*£ está. Entra. Senta. Fecha a porta. A dor aumenta, o incômodo atrapalha, mas ela é forte.

Se abraçam. Seus lábios se tocam com um carinho e amor intensos, injustiçados pela indecisão constante de &¨$*£… Mas o amor estava disposto à vencer. Mesmo que perdesse.

Fitam-se por instantes e ela diz, fria (mesmo que não fosse assim), cruel (porque &¨$*£ assim a denominara outrora, mesmo que não fosse uma verdade…) e quase arrependida: "você destruiu meu amor. Como pôde? Não te amo mais, e foi você quem fez isso.".

"You won’t tear you soul apart
and start
Go ahead, find another soul
It’s all so over know"

Inesperada e insanamente, &¨$*£ começou a chorar. Não acreditava no que ouvia. Tanto tinha certeza daquele amor infinito e eterno, tanta segurança lhe era proporcionada com aquele amor que tanto lhe amparava e confortava e fazia feliz, que não podia acreditar.

Entrou em pânico.

Tanto agrediu aquele amor que lhe soava tão natural e eterno, que se esqueceu que realmente poderia o perder.

Foi então que &¨$*£ disse: "Eu errei, me perdoe. Não deixe de me amar. Essa dor eu não suporto…".

Com a dor muito maior e quase incontrolável, ela diz, serenamente: "Vou te amar eternamente… E você saberia disso se não tivesse apostado muito mais no amor que eu tinha por você do que naquele que você sempre teve por mim…".

"Sonhei que não fazia
O menor esforço,
Para que te entregasses.
Em ti, já estava imerso…"

E antes de &¨$*£ se libertar para tentar recuperar seu amor perdido, ela fecha os olhos numa expressão de dor e diz: "eu nunca tive dúvidas sobre o meu amor. Nem sobre o seu.".

E durante um suspiro profundo, fecha os olhos e morre.

Ali mesmo.

De amor.

Com tanto amor que tinha dentro de si e que não era permitido ser compartilhado, seu coração partiu.

E &¨$*£?

Bem… &¨$*£ nunca amou novamente.

Não se permitiu amar jamais outra pessoa.

Viveu na zona cinza e amargurada da rodovia do amor…

"It’s all over now
I said it’s all over now
I just don’t know how
to get back to you…"

criado por girli_e    8:59 — Arquivado em: Sem categoria

1/11/08

:: Da sÚdiTa À rAiNhA ::

 

Por você, minha rainha, eu desbravaria as identidades ocultas do mundo…

Eu percorreria ambientes hostis, batalhas sangrentas, dores violentas…

Só para nunca te ver sofrer. Só para nunca ver lágrimas escorrerem dos teus olhos. Só para ter a absoluta certeza de que você não faria por mim mais do que eu poderia fazer por você.

Faria tudo para você estar sempre saciada, soberana e voraz.

Com sua sabedoria, seu brilho, sua perspicácia, seu amor.

Minha paixão por você, minha rainha, é tremenda, é eterna, é incondicional.

Mas também, minha majestade, é absurdamente egoísta.

Me perdoe. Em frente à ti, me ajoelho, baixo minha cabeça e peço perdão.

Perdão por querer te trazer para nosso castelo, quando não mais a ele você pertencia.

Perdão por querer que você, ó minha amada, não me deixasse só.

Perdão por querer desesperadamente você de volta, pois minha alma pútrida e egoísta resistia a lidar com mais um jogo perdido…

Minha devoção a você me transformou num monstro por algumas longas horas. Me perdoe. Meu amor me enlouqueceu. Mas ainda sou sua súdita. E sempre a serei. Assim como você, minha rainha, sempre e única e inigualável.

Você sempre me preencheu com sua doçura, sua agitação, seu carinho, com seu jeitinho astuto, maluco e incrível de ser.

Ao abrir as portas do nosso castelo e poder estender a você o meu tapete vermelho para tê-la comprovando a qualidade dos meus perfumes, dos perfumes de minhas companhias aldeãs e da minha compreensão em presentear sua doce fúria sagaz com os manjares endeusados que você tanto apreciava, sempre me encantou.

Eu sempre serei devota à sua existência, rainha, majestade suprema. Sempre.

E agora, mais um vez em minha vida submissa à quem amo, me perguntou: que farei sem ti? Sem suas regras, leis e comandos?

Sem sua alegria, sua inteligência, seu cheiro, suas manhas, suas ordens, seus carinhos, suas lambidas, seus arranhões, suas mordidas, suas escapadas sobre a cama para deitar comigo e assitir televisão, suas esperas à porta do meu calabouço e seus sorrisos marotos que conseguiam tirar de mim o impossível?

Meu coração, mais uma vez, está despedaçado e não vejo salvação.

Mais uma vez, me perdoe, ó majestade. Me perdoe por querer o que não deveria querer. Por ter, neste exato momento, estes pensamentos que tenho.

Saiba, minha rainha, que é tudo por amor. Este amor simplesmente gigantesco que sinto por você.

Me puno.

Te eternizo.

criado por girli_e    23:28 — Arquivado em: Sem categoria

18/10/08

:: tHe bEaSt wItHIn ::

 

Blessed is he who reads aloud the words of the PROPHECY
And blessed are those who hear
And who keep what is written therein
For the time is near
He is coming with the clouds
And every eye will see him
Everyone who pierced him
And all the tribes of the earth will wail on account of him
Those of you who have not learned what some call the deep things of SATAN

I know your works, I know your toil, and your patient endurance
And how you cannot hear evil men
But have tested those who call themselves apostles, but are not
And found them to be false
I know that you are enduring patiently and bearing out for my namesake
And you have not grown weary
But I have this against you
That you have abandoned the love you had
I know your tribulation and your poverty
And the slander of those who say that they are Jews, but they are not
They are a synagogue of Satan
Do not fear what you are about to suffer
Behold the devil is about to throw you into prison

Wanting, needing, waiting for you to justify my love
Hoping, praying for you to justify my love

And I saw a beast rising out of the sea with ten horns and seven heads
And a blasphemous name upon its head
And the beast that I saw was like a LEOPARD

Its feet were like a bear’s
And its mouth was like a lion’s mouth
And to it the dragon gave his power, and his throne, and great authority
One of his heads had a mortal wound
But it seemed to have a mortal wound that was healed
And the whole earth followed the beast with wonder
Men worshipped the dragon for he had given his authority to the beast
And they worshipped the beast saying
"Who is like the beast and who can fight against the beast?"
And the beast was given a mouth uttering haughty and blasphemous WORDS
And it was allowed to exercise authority for forty-two months
It opened its mouth to utter blasphemous words against GOD

It was allowed to make war on the saints and to conquer
And authority was given it over every tribe
And a people and tongue and nation
And all who dwell on earth could worship it in vain
If anyone has an ear let him hear
If anyone is to be taken captive, into captivity he will go
If anyone who slays with the sword, with the sword

Wanting, needing, waiting for you to justify my love
Hoping

Then, I saw a new heaven and a new earth
And I heard a great voice from the throne saying:
"Behold the dwelling of God is with men
He will dwell with them, and they shall be his people
And God himself will be with them
He will wipe away every tear from their eyes
And death shall be no more
Neither shall there be mourning, nor crying, nor pain anymore
For these things will have passed away

To the thirsty I will give water without price
From the fountain of the water of life
He who conquers shall have this heritage
And I will be his God and he shall be my son

But as for the cowardly, the faithless, the polluted
As for the murderers, fornicators, sorcerers, idolators, and all liars
Their lot shall be in the lake that burns with fire and brimstone."

And he said to me, he said to me:
"Do not seal up the words of the prophecy, for the time is near
Let the evildoers still do evil, and the filthy still be filthy
And the righteous still do right, and the holy still be holy
Behold, I am coming soon
I am the alpha and the omega
The first and the last
The beginning and the end."

Amen

WHAT ARE YOU GONNA DO?

criado por girli_e    16:19 — Arquivado em: Sem categoria

:: MeDoS ::

 

Segundo o dicionário HOUAISS de Língua Portuguesa, o substantivo masculino acima significa:

- estado afetivo suscitado pela consciência do perigo ou que, ao contrário, suscita essa consciência;

- temor, ansiedade irracional ou fundamentada; receio;

- desejo de evitar, ou apreensão, preocupação em relação a (algo desagradável).

Agora que faz algum sentido o significado do vocábulo, eu digo: eu já estudei à respeito do MEDO. Inclusive, na dissertação do meu TGI, divagamos a este respeito, após estudá-lo com bastante afinco… E por isso posso dizer com garantia que sei muito bem o porquê deste sentimento habitar nossas ‘entranhas’ e nossas mentes. E acho totalmente válido. O ser humano precisa deste sentimento para proteção, para sobreviver neste mundo maravilhoso, porém caótico e contraditoriamente desumano….

Mas quando eu defendo que sei bastante a respeito de "MEDO", que entendo o porquê da existência dessa reação favorável às nossas realidades, o digo em relação às catástrofes mundanas: o medo, de certa forma, nos protege da violência, da dor, da morte… É uma reação de tentativa de lutar contra aquilo que nos faz mal, que é ruim e fatal. É esta a reação que entendo (e muito bem, por sinal…).

Mas, o que eu não entendo, e, sinceramente, me recuso a entender, pelo simples fato de não ser factível (rs, amei essa frase!) é o medo que assombra pessoas através de outras pessoas que na verdade, deveriam causar somente o bem, a sensação de segurança, de conforto, de paz e amor. Complicado de me entender? Vejamos…

Como é possível um filho ter medo de sua mãe, ou de seu pai? Pai e mãe, no meu julgamento, são pessoas que deveriam (sim, sei que escrevi deveriam. sei disso!) proporcionar calma, tranqüilidade, aconchego, segurança, auto-estima e positivismo…

Como é possível um amigo ter medo de outro amigo? São amigos, peloamordedeus! Amigos deveriam (sim, escrevi novamente!) proporcionar alegria, prerrogativas, confiança, relaxamento, identificação e carinho, muito carinho…

Como é possível um aluno ter medo de um professor ou vice-versa? Meudeusdocéu!!! Professores deveriam (…) inspirar interesse, curiosidade, auto-confiança, capacidade de vencer desafios, aprendizado prazeroso, segurança, acolhimento, auto-estima, vontade de ser melhor… Alunos deveriam (!!!) inspirar professores à dedicação, ao prazer de ensinar, à preparação de boas aulas, ao interesse de atualização, sem falar na sensação de satisfação, alegria e carinho!

Como é possível irmãos terem medos de seus irmãos? Ou esposas e namoradas terem medo de seus respectivos maridos e namorados? Essas relações não deveriam ser baseadas no amor incondicional, no carinho, no respeito, na confiança, no bem-estar?

QUE MERDA É ESSA QUE A RAÇA HUMANA FAZ AO CONSEGUIR FODER COISAS BOAS SOMENTE POR MESQUINHEZ, COVARDIA, FALTA DE CARÁTER E DECÊNCIA???

Estava eu, há tempos atrás, diria 3 ou 4 meses, conversando com dois amigos meus, quando surgiu o assunto desavença entre casais. Eu, que amo uma boa história de amor, tive uma profunda vontade de chorar ou de realizar uma mágica, quando ouço da minha amiga que eu descrevo como uma PUTA MULHER dedicada, trabalhadora, extrovertida, segura de si, fodona mesmo, o seguinte:

"Toda vez que eu e fulano (marido dela) temos uma discussão, mesmo que seja por um motivo banal qualquer, eu morro de medo porque sempre acho que ele vai pegar as coisas dele e cair fora…"

Que baixaria é essa? Se ele é o marido dela, se eles se amam, porque é que ela tem que sofrer com este sentimento de abandono prévio? Os casais deveriam (again, fuck!!!) proporcionar um ao outro, segurança, amor, carinho, respeito, auto-estima… E não MEDO! Isso nunca!

Na hora me deu vontade de dizer à ela: "Ah, minha flor, porque é que você não dá um pé nesse FILHO DA PUTA e encontra alguém que seja MACHO o suficiente para te proporcionar bem-estar e segurança? Manda esse merda pra PQP e manda ele criar sensações de ameaças de abandono com a mãe dele que o pariu e saberá como lidar com essa BICHICE?!" (desculpem-me pelos termos chulos, mas é que na hora da raiva, é difícil controlar! E os vocábulos "FDP, MACHO, PQP e BICHICE não são literias e serviriam para classificar quaisquer situações ou pessoas, independentemente de seus gêneros, preferências, raça, idade ou posição social).

Voltando… Só não disse nada disso à ela, porque sei que ela o ama e que de qualquer forma eles estão juntos, e é isso o que a faz (de vez em vezes) feliz. E é ela quem tem que saber o quanto pode agüentar e por quanto tempo. Mas que é injusto, é! Ele, como marido, deveria dar à ela segurança, e não temor… E se fosse ao contrário, eu teria a mesma opinião. Mesmo porque também tenho um amigo lindo que sofreu por meses com a mesma situação. Com uma mulher! Ou seja. Não sou sexista. Pelo menos, acho que não.

Vejo também situações no meu trabalho em que alguns colegas morrem de medo de se aproximar de seus superiores para mostrar suas insatisfações, seus anseios, suas idéias, suas alegrias e suas dúvidas. E eu não entendo o porquê! Superiores deveriam (…) proporcionar também segurança, confiança, abertura… E meus superiores, por exemplo, não são seres anti-sociais, tiranos, bushistas. São seres humanos como qualquer (ou quase) outro, com humores oscilantes, com mais tempo, menos tempo. Mas não ditadores.

Meu irmão mesmo, com quem eu me dou super bem, a quem daria minha vida, quem eu amo de paixão, outro dia teve a audácia em me "ameaçar" dizendo, após uma explosão minha (cheguei ao meu limite de paciência naquela manhã, for God’s sake!) - não digo discussão nossa porque isso não existe entre nós, pelo simples fato de ele não se dar ao trabalho de discutir com ninguém, e isso não é um mérito, if you know what I mean… - que ele teme um dia (em breve) nos separarmos e deixarmos de nos dar bem, por causa destas coisas (situação pela qual eu briguei sozinha, pra variar…). Daí eu pensei: "como é que é?! Vou ter que viver pisando em ovos, me permitindo alimentar de medo de falar o que penso, até mesmo quando eu tenho razão, para não perder quem eu amo?! Que merda é essa?!".

E é exatamente este o ponto no qual eu intencionava chegar. As relações ditas de respeito, de amor, de carinho, amizade, de fraternidade não deveriam ser ameaçadas gratuitamente, principalmente porque nenhum homem é capaz de viver bem, ou de ser feliz, ou de se auto-realizar sozinho. Lembra do cliché "nenhum homem é uma ilha"? Pois então. Ninguém deveria, pelo menos com quem ama, ter medo de ser quem é, de se expôr, de poder explodir quando precisar, de poder chorar quando angustiar, de cometer gafes quando escorregar, de ser genuíno quando estiver ao lado de pessoas que, pela última vez, DEVERIAM ser seus portos seguros.

O porteiro do prédio? Não interessa. O colega do trabalho? Também não. O vizinho? Menos ainda. Mas nossos amores, nossos amigos, nossa família, ah sim, estes sim poderiam ser os QUENS com quem poderíamos  contar. Para tudo. E para sempre.

 

criado por girli_e    15:21 — Arquivado em: Sem categoria

29/9/08

:: NoiTe Do ÁLcOoL EtíLiCo - parte I ::

 

Creio que todo mundo saiba que os três mosqueteiros, na verdade, eram quatro: D’Artagnan, Athos, Porthos e Aramis.

Digo isso porque eu faço parte desse grupo - mas com o meu grupo, claro. Não conheço D’Artagnan, Athos, Porthos e nem Aramis pessoalmente. Mas conheço Mah, Li e Má. E eu. Nós somos os Quatro Mosqueteiros, ou "Os Inseparáveis", como D’Artagnan, Athos, Porthos e Aramis se auto-denominavam e como a gente se auto-denomina.

Nos conhecemos há 15 anos. E dentre tormentas, tempestades, primaveras e verões, somos SIM, inseparáveis. E mesmo agora, adultos (mesmo que não sejamos adultos 100% do tempo, rs…), com cada um vivendo uma vida e encarnando um personagem diferente dentro dela, nosso amor, nossa amizade, nossa fidelidade, continua. Não mais a mesma. Mas mais forte. Mais madura. Mais consciente.

E após um longo, longo, longo tempo sem nos encontrarmos (os quatro de uma vez para ficarem juntos, curtindo e divertindo uns aos outros), a "noite do álcool etílico" foi programada. Devo dizer, DELICIOSAMENTE programada!

Conversas via torpedos e emails hilários durante dias serão, como sempre, inesquecíveis. "Só" muitas coisas a mais para guardarmos naquela caixa que temos em comum: nossa história. Uma vez, há anos, um de nós disse: nossa história daria um livro. Hoje, eu digo: "nossa história VAI dar uma coleção de livros, BEST SELLERS, pois não há grupo tão igual com assuntos tão divergentes e variados, rs… Do eroticismo à aventuras, rs….

"Brincadeira"

Como sempre, a memória de um de nossos últimos encontros veio à tona muitas vezes. ANGEL’S. Fotos, muitas fotos. De tudo, de cada detalhe, de cada ação, de cada sarro. Bebida. Muita bebida. Amigos. Os Quatro Mosqueteiros. Caipirinha de maracujá foi o ápice. Mas não teria sido um ápice tão hilário se não fosse (pra variar) o salmão grelhado do Mah (que sempre, suuuper fino, foi servido de forma tão elegante, em inox reluzente). Salmão esse que provocou jarras e jarras de vômito nos quatro cantos do lugar. E nos banheiros também.

O que me alivia é saber que não havia somente uma pessoa neste estado. Além da frase da Li, junto com a imitação: "Ela é uma lady até para vomitar, olha só….". Risos. Daí, de tanto pensar, cheguei ao questionamento: foi a quantidade de bebida misturada, a caipirinha de maracujá, o salmão grelhado fifi do Mah ou a "tiazinha" de calça "saintropeito" achando que estava "abafando" na pista de dança, que provocou aquela quantidade interminável de jarras vomitais…? I wonder… Risos…

Também não podemos nos esquecer do encontro no GUARUJÁ. Também rendeu umas das mais hilárias histórias…. Aquele encontro foi, diria, bizarríssimo… Foi naquele momento que optamos por fazer a brincadeira da moeda estar sempre presente. Foram tantas garrafas de Smirnoff Ice que até perdemos as contas. Sem falar das outras garrafas que nem me lembro mais. Sem falar da Sama, que assistia passivamente (para o bem dela, coitada, rs) à tudo.

Tudo aconteceu naquele encontro… Tentativas de fugas, perda de roupas, ataque à banheiro, massagens que criaram crostas de Victoria’s Secret, sonecas imprevisíveis, biquínis de toalha de chuveiro, relaxamento pós-banho, trilhas-sonoras, flagras inesperados, divisão de espaços em beliches, risos e gargalhadas… TU-DO! E para "variar", foi tudo muito especial… E memorável. Somos muito especiais e nosso amor é quase que inexplicável…

E daí… O grande dia chegou. O encontro que aconteceu neste último dia 26, sexta-feira. E que, para "variar"… foi igualmente (senão mais…) inesquecível. Foram tantas risadas (houve um momento em que não aguentávamos mais…). Mas o Oscar de melhor gargalhada, vai, sem dúvidas, para a Li. E temos videozinhos para comprovar, rs…

criado por girli_e    22:37 — Arquivado em: Sem categoria

:: NoiTe Do ÁLcOoL EtíLiCo - parte II ::

 

E não somente videozinhos… Fotinhos também… Mas ambos deverão ser trancafiados em algum cofre de algum banco da Suíça. Risos.

O dia já começou na folia. Inúmeros torpedos e combinações, horários e confusões. Para todo mundo pode parecer problemático. Não para nós…

Assim que nos encontramos (no mercado, para as compras…), a alegria já começou. Cla-ro! Alegria e tirações de sarro, claro, também. A "briga" para decidir o que comprar (petiscos, comida de verdade, lanches, pizza….), o que levar (manga ou maracujá? kiwi ou frutas vermelhas? limão ou laranja? Ah! Leva tu-do!!!), como pagar (divide tudo agora, alguém paga e depois acertamos, ninguém paga e a gente agarra as sacolinhas e sai correndo? risos….)… Foi tudo ó-ti-mo!

E desta vez, nada de ANGEL’S, GUARUJÁ, etc… Foi na LAPA mesmo. Casa da Má. Poor girl… Mas um dia ela se recupera deste trauma. E a gente também. Afinal, tudo lá é verde! Até o balde que foi usado como "DECA" é verde!!! rsrsrs… Mas enfim. Somos todos fortes…

A noite já começou reforçada com os sanduíches GIGANTESCOS que a Má preparou…. Reforçada para ter o que "botar pra fora" depois, hahaha… Além dos comprimidos de "Engov" que os outros três mosqueteiros me OBRIGARAM a tomar, rs…

Após a janta, houveram vídeos diversos (me recuso a listar quais, rs….), trilha sonora variada, lição de inglês mal-feita, comentários finais BRILHANTES (rsrsrs), Simpsons, e….. até que a brincadeira da moeda teve espaço. E a noite só obteve seu desfecho com o final desta brincadeira que a gente A-M-A!!!!

E a partir daí, tudo aconteceu (pra variar, né? rs…):

- cuspidas no peixe (que se chama "peixe");

- caipirinha de frutas vermelhas feita em copo gigante esparramada pelo chão, lençol e paredes, rs;

- mímicas (a gata comeu e cacto foram as melhores!!!!);

- regras absurdas e contestadas;

- risadas e gargalhadas;

- muito saquê, vodka e tequila, muito limão e sal, muito RED BULL CONGELADO e muito Häagen-Dazs…;

- muitas idas ao banheiro;

- word no NOTE do Mah;

- meia, calça, pulseira, anel, etc, rs;

- joão-bobo;

- cofres;

- camisetas brancas de mangas compridas;

- lerê-lerê;

- "MAAASSSS… eu te amo"…;

- "não encosta em mim!". Fim. (risos)

Sem falar da música do BOZO (chuveiro), da "dor-de-cabeça", do "carimbinho"… Nossa, é muita coisa para ser armazenada no nosso HD. E apesar de a Li preferir ter tudo isso na memória dela e não no computador, ela não terá outra escolha. Ainda bem que a gente se ama. Risos.

 

Apesar dos abraços decais e baldais indesejados, da sensação estragada no dia seguinte, foi uma delícia. E a cada encontro, somos mais adultos, próximos e felizes, se é que vocês me entendem. E cada encontro é o melhor - sem jamais desmerecer as lembranças dos anteriores. De forma alguma!

Obrigada, meus amores, por existirem na minha vida e fazerem a diferença sempre.

Beijos nas bocas (hahaha).

 

criado por girli_e    21:46 — Arquivado em: Sem categoria
« Posts mais novosPosts mais antigos »
Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://girlie.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o servio e siga participando do Terra Blog.